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Para mim, criar é morrer e renascer. A semente surge, cresce, materializa-se (ou não) e morre, apenas para adubar outra semente que já está plantada. É por isso que não chamo "projectos" aos meus projectos, mas sim "metamorfoses". Porque a vida é isso, uma constante metamorfose em que nada é definitivo.  
 
Para mim, criar é morrer e renascer. A semente surge, cresce, materializa-se (ou não) e morre, apenas para adubar outra semente que já está plantada. É por isso que não chamo "projectos" aos meus projectos, mas sim "metamorfoses". Porque a vida é isso, uma constante metamorfose em que nada é definitivo.  
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'''O meu trabalho é híbrido. Não é Fotografia nem Arte Digital. Não é Dança nem Vídeo. É Tudo e Nada. São metamorfoses que me atravessam e me impelem a criar. Criação é transformação.'''
 
'''O meu trabalho é híbrido. Não é Fotografia nem Arte Digital. Não é Dança nem Vídeo. É Tudo e Nada. São metamorfoses que me atravessam e me impelem a criar. Criação é transformação.'''
 
 
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Conheci a Dança Oriental em 2005. Desde sempre houve uma ligação entre mim e o aroma árabe. Talvez esteja escrito no meu código genético. Desde a primeira aula, a Dança é uma paixão que não sabia que tinha. Durante 7 anos lutei com ela entre guerras e tréguas, indo e voltando, deixando e consumindo. Foi só em 2012, quando decidi virar a minha vida do avesso, que percebi que a Dança tem de ser dançada. Não posso fugir mais. Foi por ter conhecido, por mero acaso (será?), o Movimento Oriental (conceito criado por Iris Lican e desenvolvido em cooperação com Mariana Lemos e Baltazar Molina) que descobri a verdadeira génese da Dança. Contrariando toda a organização social profissional e as estruturas de mercado, a Dança não é uma profissão. Não é uma carreira. Não é reservada a pessoas que têm Ballet desde os 3 anos nem a pessoas magras e caras bonitas. '''A Dança é a expressão que falta à palavra. É inata, é comunicação corporal, é auto-conhecimento, é a via para uma experiência mais íntegra do corpo e talvez a verdadeira janela da Alma.
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Por isso vou dançando enquanto estiver neste corpo. E quem sabe no próximo.'''
  
  
  
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'''ARTES GRÁFICAS'''
  
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Toda a minha formação é voltada para as Artes; sou licenciada em Grafismo Multimédia. Os 4 anos durante os quais frequentei o curso foram, para além das adversidades, uma viagem imensa entre novas e velhas paixões. Ali tive a oportunidade de adquirir mais conhecimento sobre Fotografia, Vídeo, Arte Digital e Filosofia, sendo estes os tesouros que acarinho e trago comigo.
  
  
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== Início de carreira: ==
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* 2005
  
  

Edição atual desde as 00h16min de 30 de abril de 2016

BAILARINA, PERFORMER, ARTISTA GRÁFICA, PENSADORA.


Desde que me conheço, o meu propósito é evoluir. Não sei como, quando nem para onde, mas sei que não vivo sem reflexão, sem questionamento. Para mim, criar é morrer e renascer. A semente surge, cresce, materializa-se (ou não) e morre, apenas para adubar outra semente que já está plantada. É por isso que não chamo "projectos" aos meus projectos, mas sim "metamorfoses". Porque a vida é isso, uma constante metamorfose em que nada é definitivo.

Aprendo com o passar dos tempos que não existem fronteiras ou linhas que quebram, mas sim gradientes. É apenas a necessidade de controlo que nos impele a congelar ideias, conceitos, ideais e formas de vida no tempo e no espaço / no corpo e no pensamento.

O meu trabalho é híbrido. Não é Fotografia nem Arte Digital. Não é Dança nem Vídeo. É Tudo e Nada. São metamorfoses que me atravessam e me impelem a criar. Criação é transformação.


Formação

DANÇA/PERFORMANCE

Conheci a Dança Oriental em 2005. Desde sempre houve uma ligação entre mim e o aroma árabe. Talvez esteja escrito no meu código genético. Desde a primeira aula, a Dança é uma paixão que não sabia que tinha. Durante 7 anos lutei com ela entre guerras e tréguas, indo e voltando, deixando e consumindo. Foi só em 2012, quando decidi virar a minha vida do avesso, que percebi que a Dança tem de ser dançada. Não posso fugir mais. Foi por ter conhecido, por mero acaso (será?), o Movimento Oriental (conceito criado por Iris Lican e desenvolvido em cooperação com Mariana Lemos e Baltazar Molina) que descobri a verdadeira génese da Dança. Contrariando toda a organização social profissional e as estruturas de mercado, a Dança não é uma profissão. Não é uma carreira. Não é reservada a pessoas que têm Ballet desde os 3 anos nem a pessoas magras e caras bonitas. A Dança é a expressão que falta à palavra. É inata, é comunicação corporal, é auto-conhecimento, é a via para uma experiência mais íntegra do corpo e talvez a verdadeira janela da Alma. Por isso vou dançando enquanto estiver neste corpo. E quem sabe no próximo.


ARTES GRÁFICAS

Toda a minha formação é voltada para as Artes; sou licenciada em Grafismo Multimédia. Os 4 anos durante os quais frequentei o curso foram, para além das adversidades, uma viagem imensa entre novas e velhas paixões. Ali tive a oportunidade de adquirir mais conhecimento sobre Fotografia, Vídeo, Arte Digital e Filosofia, sendo estes os tesouros que acarinho e trago comigo.


Início de carreira:

  • 2005


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